domingo, 27 de fevereiro de 2011


Domínio Público

          
Estão disponíveis no portal Domínio Público do Ministério da Educação a Coleção Educadores, com 62 títulos, e a Coleção História Geral da África, com oito volumes. Concluídas em novembro de 2010, as obras são dirigidas aos professores da Educação Básica e às instituições de educação superior que atuam na formação de docentes, mas o acesso é livre no portal.

Acessem: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp http:/



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Piso do Magistério


Piso do magistério será reajustado em 15,85%
O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 15,85%. A correção reflete a variação ocorrida no valor mínimo nacional por aluno no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2010, em relação ao valor de 2009. E eleva a remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais para R$ 1.187,00.
De acordo com o MEC, a nova remuneração está assegurada pela Constituição Federal e deve ser acatada em todo o território nacional pelas redes educacionais públicas, municipais, estaduais e particulares.
Com relação à reivindicação da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), de aplicação do reajuste em abril, o MEC observa que o aumento é determinado de acordo com a definição do custo por aluno estabelecido pela Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007 [Lei do Fundeb], no início de cada ano.
O MEC aprova resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade, que atenua os critérios para permitir a prefeituras e a governos estaduais complementar o orçamento com verbas federais e cumprir a determinação do piso da magistratura. A comissão é integrada também pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Critérios — Os novos critérios exigidos de estados e municípios para pedido de recursos federais destinados ao cumprimento do piso salarial do magistério abrangem: aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino; preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope); cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino; dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica e demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município. Leia

Fonte: Imprensa SEB < informativo@mec.gov.br >

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

PROINFO INTEGRADO

O Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologias Educacional congrega um conjunto de ações formativas, articulando à distribuição dos equipamentos tecnológicos nas escolas e à oferta de conteúdos e recursos multimídia e digitais oferecidos pelo Portal do Professor, pela TV Escola e DVD Escola, pelo Domínio Público e pelo Banco Internacional de Objetos Educacionais. Visa promover a inclusão digital de professores e gestores das escolas públicas, com vistas a dinamizar e qualificar os processos de ensino e de aprendizagem, para melhoria da qualidade da Educação Básica. Ações deste programa desenvolvidas à  nível de Estado: 
              ·        Curso de Introdução à Educação Digital (40h)
       ·      Curso de Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com  as   TICs (100h)
       ·     Elaboração de Projetos (40h)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ProInfo


 PROINFO – Programa Nacional de Informática na Educação, criado pela Portaria nº 522 de 09 de abril de 1997, executado  no âmbito do Ministério da Educação, para promover o uso pedagógico das Tecnologias da Informação e Comunicação nas redes públicas de Educação Básica. Em 2007, a Secretaria de Educação à Distância, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE promoveu a revisão e estruturação deste Programa, através do Decreto nº 6.300 de 12 de dezembro de 2007, passando ao titulo de Programa Nacional de Tecnologias Educacional. Neste novo contexto, tem como objetivo a integração e articulação de três componentes:
1-     Implantação de ambientes tecnológicos nas escolas públicas.
2-     Capacitação de professores, gestores e outros agentes educacionais para o uso pedagógico das tecnologias.
3-     Oferta de conteúdos educacionais multimídias e digitais, disponibilizados pela SEED/MEC, por meio do Portal do Professor, da TV/DVD Escola, etc.
           A implementação deste programa ocorre mediante parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, de forma que sua efetivação depende da responsabilidade de cada Esfera Administrativa.

Um pouco deste BLOG


Este BLOG foi criado como atividade avaliativa, no Curso de Especialização em Tecnologias na Educação, pela Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC / RIO, que tive a oportunidade de concluir no mês de dezembro passado. Este Curso foi muito significativo para minha experiência profissional. Além da dinâmica equipe de Coordenadores e professores conteudistas, tive como tutor o professor Carlos Eduardo Nunes, que de forma eficiente nos orientou para que mesmo à distância, pudéssemos construir muitos conhecimentos juntos.
           Com relação a Cursos de Formação Continuada através da modalidade de ensino á distância, representa um avanço significativo principalmente para Educação, pois rompe as barreiras de espaço e tempo, viabiliza relações de troca de informações e conhecimentos, através da acessibilidade aos diferentes recursos tecnológicos  e midiáticos no processo da interatividade dos ambientes virtuais. Lendo um texto da Professora Vani Kenski (Doutora da Faculdade de Educação, da USP), ela afirma que: “Aquilo que, na cultura tradicional, é chamado de educação à distância, nós chamamos de educação sem distância". Essa afirmação se fundamenta nas diversas pesquisas que comprovam a eficácia do ensino á distância. 
              Mediante os conhecimentos construidos, e o desafio do uso das tecnologias no cotidiano escolar, desejo tornar este blog em um espaço de interação de saberes, entre professores, alunos e pessoas interessadas em contribuir para a inclusão das diferentes tecnologias na prática pedagógica de nossas escolas.

sábado, 11 de setembro de 2010

Tecnologia na Escola: criação de redes de conhecimentos

Compartilho com vocês esse texto, muito rico em subsídios na temática desde Blog, trazendo questionamentos como espaço para reflexão, buscando compreender as características da sociedade moderna, com vista ao desenvolvimento de competências para superar os desafios do contexto atual.

Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimentos
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida*

O uso da tecnologia de informação e comunicação (TIC) na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade contemporânea. De um lado, dados do IBGE1 (1999) apontam 13,3% de analfabetos com idade de 15 ou mais anos e média de 5,7 anos de estudos para pessoas de 10 ou mais anos de idade. Ressalta se, ainda, a preocupação com os altos índices de analfabetos funcionais, considerados pelo IBGE como as pessoas que não completaram as quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. Por outro lado, o mundo digital invade nossas vidas e torna-se imperioso inserir-se na sociedade do conhecimento. Como superar essa contradição? Como participar da sociedade do conhecimento e, ao mesmo tempo, ajudar a diminuir esses índices que nos deixam abaixo de diversos países, inclusive os da América Latina?
Inserir-se na sociedade da informação não quer dizer apenas ter acesso à tecnologia de informação e comunicação (TIC), mas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permitam a cada pessoa resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto. Assim, o uso da TIC com vistas à criação de uma rede de conhecimentos favorece a democratização do acesso à informação, a troca de informações e experiências, a compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento humano, social, cultural e educacional. Tudo isso poderá levar à criação de uma sociedade mais justa e igualitária.
Como criar redes de conhecimentos? O que significa aprender quando se trabalha com redes de conhecimentos? Como inserir o uso de redes de conhecimentos na escola? O que cabe ao educador nessa criação? (...)

Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida*
* Mestre e doutora em Educação, PUC-SP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo e do curso deTecnologias e Mídias Digitais, da PUC-SP.
Endereço do texto completo: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Educação e Tecnologias

A Construção do conhecimento e as novas tecnologias

Entendemos o conhecimento como algo que é construído pelo sujeito em interação com o mundo dos objetos e das pessoas. No momento atual, a educação enfrenta desafios que nos motiva a repensarmos nossa postura, e ao mesmo tempo nos condiciona a recriar uma prática que articule os interesses e necessidades do aluno, revendo o contexto e realidade do mundo moderno.
Nesta perspectiva, a melhor forma de ensinar é aquela que propicia aos alunos o desenvolvimento de competências para lidar com as características da sociedade moderna, com autonomia para buscar novas compreensões por meio da produção de idéias e ações criativas e colaborativas. O uso das tecnologias na escola impulsiona a abertura desses espaços de interações, articulando as diferentes formas de linguagens, que contribuem para a integração entre pessoas e objetos de conhecimentos e aprendizagem.
A escola como instituição mediadora dos processos sociais, precisa aprofundar as discussões sobre a importância das tecnologias na educação, pois sabemos que a mudança é um processo lento, principalmente na educação, e a inclusão desses recursos não é algo que aconteça de imediato, é preciso repensar a forma de aprender e ensinar, traduzindo novas práticas ao olhar de novas formas de aprendizagens.